Ser Gestor Escolar?...
Ser Coordenador Pedagógico?...
O que fazer... como fazer... quando fazer...Estar disposto a garantir a realização do horário de trabalho pedagógico coletivo semanal: Não é o bastante reunir-se periodicamente com todos os professores. É de extrema prioridade ter tempo para planejar e tornar mais produtivo os momentos de relacionamento.
Ao organizar encontros de docentes por área e por série: Deve-se reunir os professores por disciplina, para tratar de conteúdos específicos, é uma obrigatoriedade suprema que por ano, possam conversar sobre as turmas e com as turmas,e claro, ter um bom relacionamento semanal.
Priorizar atendimento individual aos professores: Dialogar com cada docente da equipe escolar onde possivelmente se sugerem novas estratégias de ensino, após a observancia das práticas pedagógicas em sala de aula, pois nem todos nasceram com os mesmos critérios.
No montante de enriquecer a base teórica para nortear a reflexão sobre as práticas pedagogicas: Numa abordagem gestora, apontam-se o despreparo dos docentes como uma problemática da coordenação pedagógica, a qual deve acrescentar à equipe de educadores por meios de palestras, seminários ou mini cursos; novas formações, novos critérios, novos conteúdos.
Conhecer paulatinamente o desempenho da escola em avaliações externas; É concreto que citam-se um número que não faz relevância a escala do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), embora a maioria afirme saber os resultados de suas próprias escolas, e coletivamente nada buscam para uma possível melhoria. O que se faz importante mais do que ter um número, será o critério essencial em usá-lo para guiar o planejamento de uma equipe desenvolta, e com desejo de reaprender, no sentido de agregar conhecimentos a si e aos demais. E então está em melhor posição ou ser o melhor alvo.
O porque do que não se deve fazer:
Conferir se as classes estão organizadas e limpas antes das aulas: Não faz-se necessário aos Coordenadores realizar tal contexto, na ância de que alguns a avaliem como adequada à sua função. Porém a verdade é que esta pode ser delegada pela Coordenação a um funcionário de serviços gerais, logo onde o mesmo já deve estar apostos de suas funções.
Hora de fiscalizar a entrada e a saída de alunos: Essas atividades de rotina se faz sobre o controle de responsabilidade de um funcionário da portaria, treinado e capacitado para tal função, onde o próprio tenha como distinguir alunos veteranos ou não com farda ou não dos demais que diariamente entram e saem do recinto escolar.
A indicação viável ao critério enaltecedor de uma instituição é visitar empresas do entorno para fechar parcerias: É um papel predominantemente eficaz e criterioso de relações-públicas efetuado pelo Diretor em acordo com o nucleo Gestor.
A tarefa de substituir professores que faltam: Por sermos treinados para o trabalho pois sem o mesmo não se vive nos dias de hoje, e por fazer muitos esforços sem primeiramente cuidarmos da saúde, é que algumas vezes por semana a ausência de um ou de outro se faz necessário. A função da Coordenadora, é ajudar em primeira mão a direção a montar criteriosamente e juntamente, aos docentes, um banco de atividades e uma lista de substitutos para resolver esse tipo de emergência, sendo que o descumprimento dessa norma ocasionará na destruição do nucleo pedagogico escolar; até porque se a Coordenação efetuar outra função estará sendo arbitrário com a sua posição e atual função.
Os cuidados com questões administrativas, financeiras e burocraticas: Acredita-se que isso tem papel predominante e exclusivo, e que entre escolas grandes ou pequenas esse fator se centralisa na busca de um profissional onde é seu papel, nortear e direcionar tais finanças ou a ausência delas fazendo com que a Gestão se mobilise ao seu próprio favor, embora os especialistas garantam que a parceria com o diretor deve se restringir somente aos assuntos pedagógicos, esse quesito está imbuído em seu relacionamento de cheque-mate de sua empresa.